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	<title>Rockbox &#187; Hibria</title>
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	<description>website gaúcho de rock e metal</description>
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		<title>Hibria: Diego Kasper deixa banda</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 21:45:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RockBox</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Renato Osório]]></category>

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		<description><![CDATA[Hibria anunciou hoje em seu  Site oficial que o guitarrista Diego Kasper deixou banda pra dedicar-se a projetos pessoais]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hibria anunciou hoje em seu <strong> </strong><span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="http://www.hibria.com/v5/pt/index.php?pg=home_detalhe&amp;noticia_id=194" target="_blank">Site oficial</a></strong></span> que o guitarrista Diego Kasper deixou banda pra dedicar-se a projetos pessoais.</p>
<p>Abaixo a nota oficial do guitarrista:</p>
<p><em>&#8220;Amigos!</p>
<p>Nos últimos 15 anos, dediquei a maior parte da minha energia e trabalho ao Hibria, seus três CDs, inúmeros shows, e ao novo DVD ao vivo que em breve será lançado. Mas chegou o momento de comunicar que estou deixando a banda. Não por desavenças com os caras que considero como irmãos, mas sim, porque novos objetivos pessoais não são compatíveis com o foco que tive no trabalho da banda até agora. Não estou deixando a música, pela qual sigo apaixonado, mas vou passar a atuar nela de outras formas e com intenções diferentes!</p>
<p>Aproveito esse espaço para deixar claro o meu respeito pelas pessoas que sonharam comigo até aqui:<br />
- Para nosso público mundo afora, meu muito obrigado pelo incentivo, ao vivo ou pela web, e por terem espalhado nossa música para além dos seus próprios ouvidos, contagiando mais e mais pessoas. Acredito na obra da banda construída até hoje, e tenho muito orgulho dela ter conquistado a atenção de vocês de forma honesta e autêntica!</p>
<p>- Aos membros da imprensa e de companhias que apostam e apostaram na banda, meu sincero agradecimento pelas oportunidades.</p>
<p>- Para meus amigos que seguem no trabalho do Hibria e para o o Renato, que acaba de se juntar ao time, desejo ainda mais sucesso na jornada, e sigo orgulhoso de momentos que vou levar sempre comigo!</p>
<p>Até breve,<br />
Diego Kasper<br />
diegokasper@gmail.com&#8221;</em></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-983" title="diego kasper" src="http://www.rockbox.com.br/wp-content/uploads/2012/01/diego-kasper.jpeg" alt="" width="400" height="240" /></p>
<p>Hibria anuncia Renato Osório (Magician, Scelerata) como guitarrista convidado.</p>
<p><em>&#8220;Ficamos muito felizes que o Renato aceitou nosso convite e se mostrou muito motivado também! A sua escolha acabou sendo unânime devido à amizade de longa data e pelo fato de o considerarmos um grande guitarrista e também pelo seu ótimo trabalho como produtor. Bem-vindo ao HIBRIA!</em><br />
<em>Abel, Benhur, Eduardo e Iuri.&#8221;</em></p>
<p>O Hibria trabalha agora no lançamento de seu DVD oficial, gravado em Tóquio, Japão.</p>
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		<title>Review: Zeppelin In Concert XV</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 18:42:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RockBox</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ocorreu no domingo a noite, o tradicional festival da Loja Zeppelin, desta vez com quatro bandas: Hibria, Cartel da Cevada, Sacrário e It's All Red.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Zeppelin In Concert XV &#8211; 11 de dezembro de 2011 &#8211; Beco</strong></p>
<p>Ocorreu no domingo, dia 11 de dezembro, o tradicional festival da Loja <strong>Zeppelin</strong>, novamente em parceria com a <strong>Abstratti</strong> Produtora. Desta vez os shows aconteceram no<strong> Beco</strong> 203. O evento contou com a participação de 4 bandas:  It&#8217;s All Red, Cartel da Cevada, Sacrário e Hibria.</p>
<p>Em novo formato (apenas um palco e menos bandas) e optando por um domingo, a organização fez um show com grupos já conhecidos ao invés de um festival mais abrangente. Esta escolha acabou por dar mais tempo e valorizar mais os músicos.</p>
<p>A It´s all Red, banda gaúcha de metalcore, abriu a festa. Fez seu show talvez prejudicada pelo público reduzido do começo da noite, por volta das 20 horas. O público (em torno de 400 pessoas ) chegou um pouco mais tarde à casa.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-467" title="It's All Red Zepplin in Concert XV" src="http://www.rockbox.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Its-All-Red-Zepplin-in-Concert-XV.jpg" alt="" width="360" height="540" /></p>
<p>Fica o destaque para a Cartel da Cevada, 2ª banda, ganhadora do Pré-Cosquin do ano passado e grande promessa do rock gaúcho, com o Diabo no palco, muita irreverência, o domínio do bom rock, muita ousadia e originalidade, fazendo um espetáculo à parte.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-468" title="Cartel da Cevada Zeppelin in Concert XV" src="http://www.rockbox.com.br/wp-content/uploads/2011/12/CArtel-da-Cevada-Zeppelin-in-Concert-XV.jpg" alt="" width="360" height="540" /></p>
<p>A Sacrário, 3° banda, apresentou um thrash metal que contaminou o público, visível na grande roda que se apresentou e nos bangers felizes da vida na troca de empurrões, tapas e &#8220;carinhos&#8221; tradicionais do estilo.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-469" title="Sacrario Zeppelin in Concert XV" src="http://www.rockbox.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Sacrario-Zeppelin-in-ConcertXV.jpg" alt="" width="540" height="360" /></p>
<p>Por fim subiu ao palco a Hibria, tradicional banda de heavy metal portoalegrense com todo seu profissionalismo e “know how” para fechar a noite com chave de ouro.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-465" title="Hibria Zeppelin in Concert XV" src="http://www.rockbox.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Hibria-Zeppelin-in-Concert-XV.jpg" alt="" width="540" height="360" /></p>
<p>Quanto ao som, sempre acontece alguma coisa, principalmente quando se trata de 4 bandas repartindo o mesmo palco, como foi dito pelo vocalista Igor Assunção:<br />
- Me tira da igreja! Referindo-se ao eco exagerado no começo do show da Cartel, que foi logo corrigido</p>
<p>Vale citar e elogiar a timbreira do baixo  de Richard Zimmer, da Cartel, e a dinâmica dos pratos de Eduardo Baldo, da Hibria.</p>
<p>Para a Zeppelin, ficam os parabéns e sucesso sempre em todas as jornadas, assim como a Abstratti Produtora na figura do Ricardinho Finocchiaro, que além de fazer shows cada vez melhores e de maior visibilidade, não deixa as bandas daqui de lado, o rock pesado e o metal gaúcho.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-466" title="Tiziu Zeppelin in Concert XV" src="http://www.rockbox.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Tiziu-Zeppelin-in-Concert-XV.jpg" alt="" width="540" height="360" /></p>
<p>Destaque ao mestre de cerimônias, Alexandre Nascimento (vulgo Thyziu), pelo alto astral, pelos sorteios clássicos com a bolinha de tênis e o clima de comemoração e amor à música.</p>
<p>Parabéns sempre pela iniciativa, por correr atrás e fazer acontecer o som daqui.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por Ricardo Novoa<br />
Fotos: Lucas Mello<br />
Porto Alegre &#8211; 11/12/2011</p>
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		<title>Zeppelin In Concert XV</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 17:04:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RockBox</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A XV edição do Zeppelin in Concert acontece em dezembro!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A XV edição do Zeppelin in Concert acontece em dezembro com as bandas Hibria, It&#8217;s all Red, Sacrario e Cartel da Cevada!</p>
<p style="text-align: center;"> <img class="aligncenter size-full wp-image-254" title="Zeppelin XV " src="http://www.rockbox.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Zeppelin-XV-flyer.jpg" alt="" width="373" height="529" /></p>
<p><strong>Quando:</strong> 11 de dezembro de 2011 &#8211; 19h<br />
<strong>Onde:</strong> Beco (Independencia, 936 &#8211; Porto Alegre )<br />
<strong>Ingressos:</strong> R$25 antecipado / R$30 na hora<br />
<strong>Pontos de Venda:</strong> Loja Zeppelin<br />
<strong>Mais:</strong> Distribuição de brindes e camisetas!</p>
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		<title>Hibria: Abertura Sepultura e Machine Head – Cancelamento!</title>
		<link>http://www.rockbox.com.br/hibria-abertura-sepultura-e-machine-head-cancelamento/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Sep 2011 16:27:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RockBox</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A banda Hibria anunciou em seu facebook o cancelamento da abertura do show Sepultura e Machine Head em Porto Alegre.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>A banda Hibria anunciou em seu facebook o cancelamento da abertura do show <strong>Sepultura e Machine Head em Porto Alegre</strong>.</div>
<div>Abaixo a nota oficial da banda:</div>
<p><em>“Lamentamos informar que devido a questões de logística e cronograma do evento, o show de abertura do HIBRIA não poderá ser realizado no próximo dia 16 de outubro de 2011, na casa do Gaúcho. Agradecemos aos fãs pelas manifestações de apoio!”</em></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter  wp-image-895" title="Hibria" src="http://www.rockbox.com.br/wp-content/uploads/2012/01/hibria-promocional.jpg" alt="" width="385" height="200" /></p>
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		<title>Review: Hibria lança Blind Ride no Opinião</title>
		<link>http://www.rockbox.com.br/review-hibria-blind-ride-opiniao-porto-alegre-2011/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Jun 2011 17:22:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RockBox</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mais uma edição da clássica Segunda Maluca do Opinião: Hibria e Penttagrama dão início à semana com muito heavy metal para os bangers porto alegrenses.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Hibria – 13 de junho de 2011 - <strong>Opinião </strong></strong></p>
<p>Mais uma edição da clássica Segunda Maluca do Opinião: Hibria e Penttagrama dão início à semana com muito heavy metal para os bangers porto alegrenses.</p>
<p>Em recente<a href="http://rockbox.com.br/2011/06/06/entrevista-exclusiva-com-hibria/" target="_blank"> entrevista ao RockBox, Iuri Sanson e Abel Camargo do Hibria</a> contaram um pouco sobre o momento atual da banda e sobre a tour do álbum Blind Ride, o terceiro de sua carreira. Na segunda-feira, 13 de junho, tivemos a oportunidade de conferir de perto o que nos foi contado</p>
<p>Aquecendo o público, a Penttagrama, Metallica cover, executou um set de aproximados quarenta minutos, contendo grandes clássicos da maior banda de heavy metal do mundo, além de algumas surpresas pouco óbvias, tornando o show mais atrativo para verdadeiros fãs de Metallica.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter  wp-image-1090" title="Penttagrama Liny 2011" src="http://www.rockbox.com.br/wp-content/uploads/2011/06/Penttagrama-Liny-2011.jpg" alt="" width="560" height="420" /></p>
<p>Grande atuação de Jonathan Carletti (guitarra e vocais), Giulio Marteletto (guitarra), Mateus Albornoz (baixo) e Denis Biavatti (bateria), que já mantêm a banda há seis anos quase sem alteração em sua formação.</p>
<p>Músicos entrosados e com o plus proporcionado pelos vocais que se aproximam bastante do velho James Hetfield.</p>
<p>Tiros certeiros como “For Whom the Bells Tolls”, “Seek &amp; Destroy”, que fechou o show, não poderiam ter construído um clima melhor para a abertura desta noite.</p>
<p>Às 23h o Hibria deu fim à expectativa de seus fãs, chegando com toda a potência ao executar “Nonconforming Mind”, que abre o álbum Blind Ride. Neste momento já se podia ter ideia de que o show seria muito mais pesado do que de costume.</p>
<p>“Shoot Me Down”, para a qual o Hibria gravou um videoclip, foi a segunda música do set e repercutiu como as velhas conhecidas da banda. Assim foi, também, com “Welcome to the Horror Show”.</p>
<p>As três primeiras faixas de Blind Ride mostram a banda, além de mais pesada, mais à vontade e com presença de palco mais próxima da vibração e do clima de um show de heavy metal.</p>
<p>Além da imagem da capa de Blind Ride ao fundo, um praticável de bateria maior do que nunca e outros menores na linha de frente, para que todos os músicos pudessem ficar em evidência nos momentos certos, tornaram o show ainda mais interessante.</p>
<p>“Living Under Ice” relembrou os tempos de “Defying the Rules”, o primeiro e excelente álbum do Hibria. Esta também serviu para contrastar com as mais pesadas, sendo um pouco mais leve. A faixa título do mesmo álbum trouxe um pouco mais de peso e ainda deu lugar a “Millenium Quest”, também contida neste trabalho.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter  wp-image-1089" title="Hibria Liny 2011 01" src="http://www.rockbox.com.br/wp-content/uploads/2011/06/Hibria-Liny-2011-01.jpg" alt="" width="560" height="420" /></p>
<p>“Blinded by Faith”, uma das mais cadenciadas do novo álbum, funcionou muito bem ao vivo, seguida por “The Shelter’s on Fire”; outra das novas e dotada de refrão contagiante.</p>
<p>A pista do Opinião, que costuma receber fãs de metal um tanto “comportados”, era território de headbangers que abriam verdadeiras rodas “punk” (ou melhor: rodas metal), o que se fortalecia nas músicas mais novas do Hibria.</p>
<p>Desnecessário falar que a marcante interação do vocalista Iuri Sanson não falhou e contribuiu um tanto para que o público respondesse à altura durante toda a apresentação.</p>
<p>Dois pontos foram questionáveis ao longo do show. O mais perceptível foi a equalização dos instrumentos. Talvez o excesso de volume e outros detalhes técnicos tenham deixado as guitarras de Abel Camargo e Diego Kasper menos nítidas do que deveriam soar. Ótimos arranjos de guitarra se perderam em meio à massa sonora.</p>
<p>O segundo ponto, mais subjetivo, é a escolha do set list. Certamente o Hibria vive um momento brilhante e é inteligente aproveitar ao vivo as composições que o sustentam. Mas para isso, infelizmente, é necessário deixar de fora algumas pérolas. Com certeza vários fãs sentiram falta de sons como “Reborn From The Ashes” e “The Faceless in Charge” no set desta noite.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter  wp-image-1088" title="Hibria Liny 2011 02" src="http://www.rockbox.com.br/wp-content/uploads/2011/06/Hibria-Liny-2011-02.jpg" alt="" width="560" height="420" /></p>
<p>O álbum “The Skull Collectors” teve três de suas músicas executadas em sequência: “The Anger Inside”, “Sea of Revenge” e a faixa título. Uma tríade bastante interessante que foi seguida por “I Feel No Bliss” – esta que pode ser descrita como “o mais próximo de uma balada” que o Hibria já compôs. Bela canção, que tem feito parte da programação da rádio Ipanema FM nas últimas semanas.</p>
<p>“Slight of Blindness”, com uma entrada de bateria furiosa e riffs que não ficam para trás, foi a última do set “normal” e ainda proporcionou momentos solo a Abel Camargo e ao baixista Benhur Lima, que estiveram em evidência nos praticáveis centrais do palco.</p>
<p>Um longo encore trouxe o que grande parte dos fãs mais esperavam: “Tiger Punch” e “Steel Lord On Wheels”, “carros chefes” dos dois primeiros álbuns do Hibria. Nesta passagem o Opinião veio abaixo!</p>
<p>E para finalizar, o cover “I’m Gonna Live Until I Die”, de Frank Sinatra, foi executado pela primeira vez ao vivo, abrindo caminho ainda para “Rotten Souls”, dando a Porto Alegre o prometido bônus.</p>
<p>Foi uma grande noite e apesar de ser segunda-feira, nem o entusiasmo do público, muito menos as performances dos músicos, foram prejudicadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Set List:</strong></p>
<p>Nonconforming Mind<br />
Shoot Me Down<br />
Horror Show<br />
Living Under Ice<br />
Defying The Rules<br />
Millenium Quest<br />
Blinded By Faith<br />
The Shelter’s On Fire<br />
The Anger Inside<br />
The Skull Collectors<br />
Sea Of Revenge<br />
I Feel No Bliss<br />
Slight Of Blindness</p>
<p>Encore:<br />
Tiger Punch<br />
Steel Lord On Wheels<br />
I’m Gonna Live Until I Die<br />
Rotten Souls</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por Murilo Bittencourt<br />
Fotos: <a href="http://www.flickr.com/linyrocks" target="_blank">Liny Rocks</a></p>
<p><a href="http://rockbox.com.br/entrevista-hibria-2011/" target="_blank"><strong>Veja aqui a entrevista do Hibria exclusiva ao RockBox</strong></a></p>
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		<title>Entrevista Exclusiva com Hibria</title>
		<link>http://www.rockbox.com.br/entrevista-hibria-2011/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Jun 2011 11:05:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RockBox</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em entrevista exclusiva ao RockBox, Iuri Sanson e Abel Camargo nos contaram um pouco sobre o novo álbum, a experiência no oriente, o novo show da banda e mais!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recém chegado de uma tour asiática , o<span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="http://www.rockbox.com.br/review-hibria-blind-ride-opiniao-porto-alegre-2011/" target="_blank"> Hibria volta a Porto Alegre</a></strong></span> com data marcada para lançar Blind Ride (seu terceiro álbum) no Opinião.</p>
<p>Em entrevista exclusiva ao RockBox, Iuri Sanson e Abel Camargo nos contaram um pouco sobre o novo álbum, a experiência no oriente, o novo show da banda e mais!</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1108" title="max1263511452hibria_ricardo_yamamoto" src="http://www.rockbox.com.br/wp-content/uploads/2011/06/max1263511452hibria_ricardo_yamamoto.jpg" alt="" width="640" height="426" />Foto: Ricardo Yamamoto</p>
<p><strong>RockBox – Blind Ride traz afinações mais baixas, além de uma pequena alteração na formação da banda. O quanto vocês consideram o álbum diferente dos dois anteriores?</strong></p>
<p>Abel Camargo – Ele é bem diferente. A afinação foi algo natural. O início disso tudo foi quando o Diego [Kasper, guitarrista] gravou uma música com a Distraught. Eles usavam afinação mais baixa, em drop [baixando um tom apenas na 6ª corda]. Ele nos mostrou os riffs e nós achamos do caralho. Aí começamos a compor em afinação mais baixa.</p>
<p>Já existia a idéia de fazer algo mais pesado. A gente usava meio tom abaixo e baixou mais meio. É natural pra gente fazer um som mais pesado. A gente ouve som mais pesado. Tipo thrash, death…</p>
<p>Iuri Sanson – A gente também já vinha ouvindo som mais pesado. Novas influências. Lamb of God, Soilwork…E a gente viu que nosso som tava pesado mas podia sentar mais a mão. Como rolou esse lance da participação do Diego com a Distraught e a gente já queria colocar um vocal mais agressivo acabou acontecendo a partir daí.</p>
<p>Quando apareceram composições nessa linha a gente viu que esse era o caminho. Acabou acontecendo naturalmente. A gente já queria algo mais pesado e tava faltando um empurrãozinho. Quando surgiu esse lance do Diego, a gente não quis perder a característica de composição do Hibria e mesmo assim soar mais pesado.</p>
<p><strong>RockBox – E a aceitação de Blind Ride? Como está sendo?</strong></p>
<p>Abel – Acho que o melhor termômetro pra isso são os shows. A gente fez cinco shows na Ásia, passando por China, Coréia e Japão. Na China (em Shangai) tocamos em um festival ao ar livre, para 10 mil pessoas. Tínhamos um tempo reduzido e perguntamos ao pessoal se o público de lá conhecia a banda.  Nos disseram: “aqui na China vocês estão entrando no mercado agora”…</p>
<p>Iuri – Até porque o acesso deles à internet e bem restrito. Na China eles têm um “google” deles e um “youtube” deles. Facebook tu não consegue entrar.Twitter também não. Não tínhamos como postar nada lá da China. Não tem como burlar. A gente não tinha esperança de que as pessoas conhecessem nosso som.</p>
<p>Abel – Pensamos: “estamos num lugar onde vai começar agora nossa história”. Então tocamos SÓ Blind Ride, que tem essa batida mais forte e um som mais pegado. E foi espetacular!</p>
<p>Iuri – Inclusive, olhando os vídeos da câmera do Juan [manager], encontrei um que eu filmei enquanto cantava “Blinded By Faith”. Foi demais, só dava pra ver uma poeira subindo e a galera toda pulando! Do caralho!</p>
<p>Abel – O Blind Ride é um CD com coisas mais rápidas e mais pesadas. Acho que a gente conseguiu chegar em um equilíbrio de composição em que a gente consegue tocar mais solto no palco. Dá pra se sentir mais à vontade porque tecnicamente a gente não fica tão preso ao instrumento. Dá pra se movimentar mais, bangear mais.</p>
<p>Iuri – A gente pensa nas composições visando o ao vivo. E com o Blind Ride a gente tem a certeza que esse foi o melhor disco composto por nós porque nos dá mais liberdade pra fazer o show do jeito que a gente gosta: bangeando pra caralho e fazendo todo mundo participar. Isso é ótimo.</p>
<p>Sobre a aceitação a gente tem acompanhado o que a galera vem comentando em Orkut e outros sites de relacionamento apenas aquilo que eles ouviram do CD. Lá fora a gente já teve oportunidade de ver a reação da galera. Às vezes a gente via o público cantando de cabo a rabo as músicas do Blind Ride. Coisa que às vezes não se conseguia em relação aos outros dois álbuns por questão de velocidade ou altura da voz.</p>
<p><img title="Hibria_BárbaraSudbrack 04" src="http://rockbox.com.br/wp-content/uploads/2011/06/Hibria_B%C3%A1rbaraSudbrack-04.jpg" alt="" width="378" height="504" /></p>
<p><strong>RockBox – Como foi o processo de gravação do Blind Ride? Sei que parte dele foi gravada em homestudio.</strong></p>
<p>Abel – Em estúdio locado foram gravadas baterias e vozes. Baixo e guitarra gravamos em homestudio e fizemos reamping [além do som do instrumento se grava ainda um canal limpo].</p>
<p><strong>RockBox – Mixagem e masterização foram feitas onde?</strong></p>
<p>Abel – Isso foi muito importante pra sonoridade do Blind Ride. A gente queria alguém que não trabalhasse com “metal melódico”, “power metal”. Queríamos alguém que trabalhasse não só com som mais pesado, mas que fosse mais abrangente também. Mixasse Pop, Rock, Metal. Um cara com uma visão mais abrangente.</p>
<p>A gente pega álbuns muito parecidos às vezes. Bandas diferentes, mas a mixagem parecida. A gente queria algo diferente pro Blind Ride. Quem fez esse trabalho foi o William Putney, do Machine Shop, em Nova York.</p>
<p>Iuri – A gente queria algo fora do padrão.</p>
<p>Abel- …Uma mix mais “americana”.</p>
<p>Iuri – Teve também todo o processo da pré-produção. A gente gravou várias vezes baixo e guitarra até chegar ao produto final, pra enviar pra mixagem.</p>
<p>Mas com essa mix soa diferente. Parece que tá tudo pra fora. A voz, a caixa da bateria. Não fica tudo “enterrado”, com aquele monte de compressão.</p>
<p>Abel – É uma mix menos “europeia” – que é mais “molhada”. A mix americana é mais “seca” e “na cara”.</p>
<p><strong>RockBox – A distribuição nos continentes está sendo feita por quem?</strong></p>
<p>Abel – Na Ásia pela King Records, que é uma gravadora forte pra caralho no Japão. Aqui no Brasil estamos com a Voice. Estados Unidos pela Cleopatra e Europa não fechamos ainda.</p>
<p><strong>RockBox – E a Spiritual Beast?</strong></p>
<p>Abel – Não estamos mais.</p>
<p>Iuri – Surgiu a oportunidade de assinarmos com a King Records, que é uma gravadora maior.</p>
<p>Abel – Lá eles já tem uma mentalidade diferente. Tu lança o álbum e ele já vem com as datas da tour na capa, tem todo um plano pra apoiar a banda.</p>
<p>Iuri – E eles são a segunda maior gravadora do Japão. Inclusive nesse meio pop/rock eles são a maior. Agora estão começando a entrar com os dois pés na porta nesse mercado do peso. Pra nós está sendo ótimo. Estão trabalhando em cima do metal mesmo. E também é legal o lance do fã comprar o CD e já ter ali as datas, além das promoções em revistas…</p>
<p><strong>RockBox –  A banda está lançando um videoclip de “Shoot Me Down”. Por que a escolha desta música? Pode-se dizer que ela é um “single” do novo álbum?</strong></p>
<p>Abel – Não. Na verdade a gente só escolheu ela pra abrir os trabalhos porque “Shoot Me Down” tinha uma temática legal pra idéia do vídeo, da performance ao vivo, mais crua e direta. Pra mostrar o lado do ao vivo, batendo cabeça.</p>
<p>Iuri – Quando a gente estava com a primeira música (Nonconforming Mind), a gente queria testar ela ao vivo. E se for pra dar a chance pra algum lugar, certamente é pra Porto Alegre. A gente tocou essa música no ano passado, no Drakkar, sabendo como é o público daqui, exigente pra caramba…E como a gente queria fazer um clip com uma música em drop C, ficou a dúvida entre a Nonconforming e a Shoot Me Down.</p>
<p>Mas como a Nonconforming já é privilegiada por ser a primeira do CD, logo depois da intro, então escolhemos a Shoot Me Down.</p>
<p><strong>RockBox – E há possibilidade de outro vídeo?</strong></p>
<p>Abel – Estamos estudando a possibilidade sim.</p>
<p>Iuri – Vamos fazer, mas não vamos falar qual música!!</p>
<p>(risos)</p>
<p><strong>RockBox – A última música do álbum é um cover de ninguém menos do que Frank Sinatra. Como a banda viabilizou a gravação, em relação aos direitos? E quem fez essa escolha?</strong></p>
<p>Iuri – Grava e passa a bola pra gravadora!!</p>
<p>(risos)</p>
<p>Abel – A ideia foi do Diego. Ele tinha ideias de gravar um cover. Começou a procurar, achou essa. Gostou da letra da música. Tinha a ver com</p>
<p>a história que a gente estava trabalhando. Gostou da melodia também.</p>
<p>E começou a trabalhar.</p>
<p>Uma coisa engraçada foi que ele começou a arranjar a música e fez todas as partes. Ele mesmo cantou.</p>
<p>Iuri – Ficou do caralho, cara!</p>
<p>Abel – A gente queria que ele gravasse os vocais. Mas acabou não rolando.</p>
<p>Iuri – Ele me mandou por e-mail. Perguntou: “O que tu acha dessa versão aqui?”. Eu perguntei de onde ele tinha tirado, que banda era. Não tinha reconhecido a voz dele. Ficou muito bom!</p>
<p>Aí eu perguntei porque ele mesmo não gravava. Ele me disse: “Demorei duas semanas pra gravar isso. Cada vez que eu cantava, perdia a voz”.</p>
<p>(risos)</p>
<p><img title="Hibria capa 2011" src="http://rockbox.com.br/wp-content/uploads/2011/06/Hibria-capa-2011.jpg" alt="" width="320" height="320" /></p>
<p><strong>RockBox – O retorno de vocês a Ásia foi logo após uma época bastante difícil para os japoneses. Que resquícios das tragédias vocês encontraram por lá?</strong></p>
<p>Abel – Quando a gente chegou lá, eu entrei no quarto, notei algo. Depois entrei nos quartos dos caras, a mesma coisa. Os quadros tortos na parede. “Isso não é decoração”, eu pensei. O Eduardo chegou e disse “cara, isso é de terremoto”.</p>
<p>Iuri – Eu entrei no quarto e notei que tava torto. Uma angulação pequena, mas que se notava. Aí comentamos que só poderia ser do terremoto. Mas só aí pra nos ligarmos, porque andando na rua não se nota nada. É meio da cultura deles. Não tem uma pedra no chão, as ruas são limpas. Se vê mais o reflexo econômico do que físico.</p>
<p><strong>RockBox – E o reflexo comportamental?</strong></p>
<p>Iuri – Nos hotéis diziam pra racionar água, não demorar no banho, desligar a luz. Ar condicionado também. A gente chegou numa época que Tokyo (que era abastecida por Fukushima) estava tendo todo esse problema de energia. Mas eles já estão contornando o problema. Duas semanas antes de a gente chegar lá, tava tendo blackout. “De tal hora a tal hora vai faltar luz na tua cidade. Te vira”. Os caras tinham que se programar. Era foda.</p>
<p>E quando chegamos, passamos por um bairro cheio de eletrônicos. Mas tudo aceso.</p>
<p>Sem falar na Tokyo Tower. O Eduardo que é mais ligado em tecnologia notou que a ponta da torre tava um pouco torta e estava afetando sinais de TV e tal.</p>
<p>Mas pouca coisa. A gente nem teria reparado.</p>
<p>Abel – Mas tem terremoto direto. Tremores pequenos, mas tem. No dia que a gente estava lá, rolou um, mas só ficamos sabendo porque nos falaram.</p>
<p><strong>RockBox – O que vocês viram, principalmente na China, de mais diferente e bizarro?</strong></p>
<p>Abel – Bizarro é tu chegar na China, pra tomar café (que é quase um almoço, muita comida, um banquete!). E aí tu sente aquele cheiro encardido. Aí tu começa a olhar o rango. O rango te olha torto. Tu olha torto pro rango. Aí tu vai no pão, no ovo, no arroz, na massa…Aí tu tem que beber algo. O Eduardo pegou um copo de suco de laranja. O suco tava quente! Eu disse: “não vou tomar suco quente”…</p>
<p>Iuri – Quente de aquecido! Não era temperatura ambiente, fora do gelo.</p>
<p>(risos)</p>
<p>Abel – Tinha uma jarra com leite. Servi um quarto de copo. Tomei, não tava ruim. Beleza, voltei pra mesa. Aí o Eduardo olha pro meu copo e me pergunta: “Cara, tu te ligou de onde vem esse leite?”. Eu disse que não. Já me deu uns quinze tipos de medo. Ele falou: “Então, na próxima rodada, dá uma olhada ali do lado da mesa”.</p>
<p>Fui pra segunda rodada, passei a mesa, olhei…Um balde de lavar roupa! E o leite ali, borbulhando. Quentinho…Saindo fumaça. Num balde de lavar roupa!!</p>
<p>(risos)</p>
<p>Iuri – Shangai foi um capítulo à parte. Além de ser a nossa primeira visita, lá é um mix de tecnologia com antiguidade. Cada prédio tem uma iluminação específica, luzes que sobem e descem, é uma loucura. Mas com relação a higiene, é meio foda. Num restaurante, a mesa que tu senta é limpinha, mas no banheiro tu pode encontrar o chinelo do funcionário ali, patente mal lavada. Meio punk. Aí tu pensa: “Uma cultura que tá aí há muitos mil anos e estão firmes e fortes”.</p>
<p>(risos)</p>
<p>Iuri – A parte mais marcante foi essa. Contraste de tecnologia com…Falta de higiene.</p>
<p>(risos)</p>
<p><img title="Hibria 2009 - Bárbara Sudbrack" src="http://rockbox.com.br/wp-content/uploads/2011/06/DSC07091-2.jpg" alt="" width="448" height="336" /></p>
<p><strong>RockBox – O comportamento dos fãs é muito diferente daqui?</strong></p>
<p>Iuri – Sim. Aqui no Brasil a característica da população é aquela mais quente, calorosa. A galera vem e te dá um abraço. Lá tu tem o contato com o fã, mas é um contato visual e verbal. No Japão a gente chegou em Osaka, pegou a van e no hotel já tinha uma galera esperando. Mas eles não vem e encostam em ti. Eles perguntam se tu te importaria em tirar uma foto, se tu aceitaria o presente que eles têm pra te dar.</p>
<p><strong>RockBox – Isso aconteceu em Shangai também?</strong></p>
<p>Iuri – Não, lá não.Só depois do show o pessoal veio falar com a gente, rolou uma sessão de autógrafos.</p>
<p><strong>RockBox – E a comunicação lá? Como é a questão do inglês?</strong></p>
<p>Iuri – Muito pouca gente fala. Inclusive o cara que nos acompanhava não era chinês. Era de Taiwan. Falava inglês muito bem. A equipe que nos acompanhou é que foi complicada. A gente precisava de um tradutor. O básico, tipo “sign here”, “photo”, isso o pessoal fala. Mas a parte técnica foi bem complicada.</p>
<p><strong>RockBox – Não chega um momento em que bate um certo desespero? Uma banda em um país com uma língua completamente diferente, com essa barreira do inglês e sem entender absolutamente nada do que está escrito?</strong></p>
<p>(risos)</p>
<p>Abel – É…Por exemplo: um dia, em Nagoya, nos separamos. Eu, o Diego e o Benhur fomos pra Ibanez e voltamos com fome. Saímos pra comer, eu e o Benhur. Não tinha nada que a gente pudesse ler. Não tinha uma foto pra ver que porra de comida tinha lá. A gente caminhou pra caralho e não achou nada em inglês! Numa loja de conveniência tinha um pãozinho com uma massa dentro. Coisa bizarra!</p>
<p>Iuri- A gente deu sorte. Eu, o Eduardo e o Juan saímos caminhando enquanto eles estavam na Ibanez e comemos em um restaurante que se chamava “Pasta de Cocô”. E foi um dos melhores rangos que a gente fez!</p>
<p><strong>RockBox – Opa! Como é que se escrevia isso??</strong></p>
<p>Iuri – PASTA DE COCÔ. Tá, não tinha acento. Agora não sei. Pasta de coco, de cocô…</p>
<p>(risos)</p>
<p>Iuri – Era um restaurante só de massas. Agora porque esse nome eu não sei. O cara que nos atendeu era o mesmo que atendia e cozinhava. Ele não falava nada de inglês. Apontava as imagens e sinalizava. A gente falava “big”, “small”, “pepper”. Quando vê o cara te traz um pratão enorme. Espetacular!</p>
<p><strong>RockBox – Como foi o contato com a Base 2, que também trabalha como bandas como Sepultura e Angra?</strong></p>
<p>Abel – A gente já tinha algum contato com o Juan, anteriormente à Base 02. Era um contato do Marco. Já tínhamos um relacionamento iniciado e foi meio que uma transição, na saída do Marco.</p>
<p>Iuri – E aí pintou a abertura do Metallica. Aí começamos a trocar umas idéias com a Monica Cavalera, que também faz parte da Base 02. Com esse show a gente começou a fazer contatos e o relacionamento começou a crescer até fecharmos contrato. O Juan tinha bastante interesse em trabalhar com a gente.</p>
<p><strong>RockBox – Tour europeia, por enquanto não?</strong></p>
<p>Abel – Por enquanto não, mas há planos para o ano que vem.</p>
<p><img title="HIBRIA - Guto Maas" src="http://rockbox.com.br/wp-content/uploads/2011/06/IMG_6672_HIBRIA.jpg" alt="" width="473" height="315" /></p>
<p><strong>RockBox – O Abel, o Diego e o Benhur agora são endorsers da Ibanez. Como foi esta parceria?</strong></p>
<p>Abel – Foi uma coisa legal pra caralho. A gente gravou DVDs pra Young Guitar. Um no Japão, em 2009 e outro aqui, que saiu em fevereiro. E nós gravamos com Ibanez. Já tínhamos Ibanez, curtimos a marca mesmo, há tempos. Somos muito fãs de Paul Gilbert, Steve Vai…E os caras da Ibanez viram o DVD e acharam legal. Acabamos “encontrando” com a Ibanez. Caminho natural. Eles viram que a gente gostava e usava espontaneamente então acabou rolando o apoio.</p>
<p><strong>RockBox – Já faz um ano que o Benhur está no Hibria. Como foi a seleção dele?</strong></p>
<p>Abel – Eu não sei qual é a imagem que as pessoas têm da gente, mas tentamos ser ao máximo uma banda reservada. Sem concursos pra escolher alguém. Se tem que resolver algo, é melhor sentar com a banda e resolver. A partir disso a gente pensou em possibilidades. Caras que pudessem tocar o que já foi composto e acrescentasse na banda. E que encarasse a coisa como um todo: ensaiar, compor, viajar…</p>
<p>Pensamos em alguns nomes e chegamos ao Benhur.</p>
<p>Iuri – E como o Abel falou, sobre a questão interna: a ÚLTIMA coisa que a gente pensou foi em abrir pra mandar material e fazer testes do tipo “você quer ser o baixista do Hibria?”.</p>
<p>Então a gente conhecia algumas pessoas e quando o Benhur chegou, no primeiro ensaio, a galera já se enturmou. O cara chegou, conversou, deu risada com a gente, tocou bem. Tudo isso conta. Foi super natural a escolha dele.</p>
<p>Abel – Ele já conhecia a banda e já curtia.</p>
<p><strong>RockBox – Chamem a galera para o show do dia 13 de julho.</strong></p>
<p>Iuri – Estamos no pique dos shows da Ásia ainda. Faz uma semana que chegamos. Então, agora que já estamos readaptados com o fuso, vamos começar a ensaiar de novo. Nos preparamos forte pra mostrar não só o novo trabalho mas o novo show do Hibria. Vamos dar continuidade a isso no show de Porto Alegre. E ainda vai ter um algo a mais!</p>
<p>A gente vai mostrar exatamente o mesmo show de Tokyo, no qual gravamos o DVD da banda, mais esse bônus!</p>
<p>Por: Murilo Bittencurt</p>
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		<title>Marco Panichi deixa Hibria</title>
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		<pubDate>Fri, 14 May 2010 16:33:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RockBox</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conforme o site oficial da banda, o baixista Marco Panichi deixa o Hibria,]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Conforme o site oficial da banda, o baixista <strong>Marco Panichi</strong> deixa o Hibria:</p>
<p>“<em>Esta não é uma notícia que cogitamos publicar para nossa audiência um dia, mas sentimos ter que anunciar a saída do grande amigo Marco Panichi da banda HIBRIA.</em></p>
<p><em>Marco informou ao grupo a sua saída com o objetivo dedicar-se a seus projetos pessoais. Pelo grande orgulho da nossa trajetória e das conquistas que batalhamos juntos desde a formação dabanda, respeitamos essa decisão. Como amigos, sabemos que nós podemos continuar contando com o Marco assim como ele sabe que poderá contar conosco hoje e no futuro.</em></p>
<p><em>Àqueles que acompanham nossa música, fiquem com a convicção de que nós quatro continuamos obstinadamente trabalhando para lançar um terceiro álbum ainda mais pesado, intenso e matador até o final de 2010.</em></p>
<p>Até breve!</p>
<p>Abel, Diego, Eduardo e Iuri”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter  wp-image-1047" title="Marco Panichi deixa Hibria" src="http://www.rockbox.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Hibria-21.jpg" alt="" width="252" height="336" /></p>
<p style="text-align: center;">Foto: Bárbara Sudbrack</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Segue o comunicado oficial do próprio baixista:</strong></p>
<p>“<em>Pessoal, fala o Marco do HIBRIA!</em></p>
<p><em>Escrevo para dividir que estou deixando a banda nos próximos dias após 17 anos dedicados ao baixo, sendo 14 deles no HIBRIA no qual fui um dos fundadores.</em></p>
<p><em>Depois de todo esse tempo será dificil deixar de fazer parte de uma banda e de receber o carinho de vocês após lançar um CD ou depois de um show, mas ultimamente me sinto mais atraído a atuar como produtor do que músico. Estou desejando trabalhar com diferentes bandas e em função disso iniciei uma parceria com a Final Pro Music (<a href="http://www.music.finalpro.net/" target="_blank">www.music.finalpro.net</a>) em Los Angeles para lançar bandas brasileiras nos EUA.</em></p>
<p><em>Meu especial agradecimento a todo o público que esteve ao nosso lado e a todos que escreveram elogiando a banda e o meu trabalho. Deixo um abraço especial aos que decidiram se dedicar ao baixo depois de conhecer meu trabalho no HIBRIA ou decidiram \”tirar\” algumas frases minhas para praticar…acredito que não existe maior satisfação para um músico do que inspirar novos músicos!</em></p>
<p><em>Carregarei para sempre as reações endiabradas, rostos, palmas, lágrimas e suor que dividimos juntos nos diferentes shows! Tanto vocês como meus parceiros de banda fizeram parte de alguns dos melhores momentos da minha vida e transformaram o HIBRIA na banda que sempre sonhei ter!</em></p>
<p><em>A banda agora está em um momento especial e preparando o que aposto que será o melhor album até agora. Não estou certo se o HIBRIA desejará ter alguma cooperação minha na produção do novo album, mas certamente vocês ficarão sabendo se algo acontecer. Desejo aos amigos Abel, Diego, Eduardo, Iuri e ao novo membro que virá, muita sorte! Espero que eles sigam mantendo e conquistando pessoas tão dedicados em apoiar a banda como vocês foram, pois este sempre foi o alicerce que fez do HIBRIA uma das mais reconhecidas bandas de Metal do Brasil ao longo de tantos anos! Se desejarem me contatar fica aqui meu email <a href="mailto:mpanichi@finalpro.net" target="_blank">mpanichi@finalpro.net</a></em>“.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Metallica: o maior show já feito em Porto Alegre?</title>
		<link>http://www.rockbox.com.br/review-show-metallica-porto-alegre-2010/</link>
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		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 09:09:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RockBox</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[Parque Condor]]></category>
		<category><![CDATA[Porto Alegre]]></category>
		<category><![CDATA[Show]]></category>

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		<description><![CDATA[Público, fanatismo, estrutura, decibéis e empolgação em grandes proporções!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>28 de Janeiro de 2010</strong> entra para a história como o dia em que ocorreu um dos maiores shows que o público gaúcho já pôde presenciar na cidade de Porto Alegre.</p>
<p>Público, fanatismo, estrutura, decibéis e empolgação em grandes proporções!</p>
<p>A interminável fila começava a andar no início da tarde. Devido à chuva, a produção liberou a entrada para o Parque Condor mais cedo. Por sorte, o tempo deu uma trégua durante a noite toda, sem mais pancadas.A movimentação ainda era intensa às 17h, o que não se alterou nas horas seguintes.Milhares de fãs adentravam o parque ao passo que outros milhares chegavam ao fim da tarde, liberados dos compromissos cotidianos.</p>
<p>A primeira impressão do local foi ótima: uma estrutura digna de um show de uma das maiores bandas ativas da história. As dimensões do palco eram impressionantes. Ao avistar a house mix, o palco e os telões, a expectativa para os shows só aumentou.<br />
Sem atrasos, a Hibria inicia o show de abertura ainda com céu claro. O baterista Eduardo Baldo foi o primeiro a subir ao palco, seguido por Abel Camargo, Diego Kasper (guitarras), Marco Panichi (baixo) e pelo vocalista Iuri Sanson, o último a se apresentar, completando a banda e começando aquele que foi um aquecimento e tanto para a atração de fundo.O show de abertura durou aproximadamente 45 minutos, os quais a banda preencheu com uma maioria de composições de seu segundo álbum (The Skull Collectors), como Sea of Revenge, Reborn From The Ashes, The Anger Inside, Devoted to Your Fear e a faixa título.</p>
<p>A recepção do público foi ótima, lembrando que tratava-se de uma banda de abertura em um show de um dos nomes consagrados do heavy metal mundial – o que poderia render famigeradas vaias e rejeição. Não foi o que aconteceu com a Hibria!O quinteto conquistou o público, que vibrou com todas as músicas executadas e interagiu com Iuri em diversos momentos. ”Nosso maior show não foi no Japão…Nosso maior show está sendo aqui, nesta noite”, diz o vocalista. Após Steel Lord On Wheels a banda se despede.<br />
O tráfego de milhares de pessoas fez com que o solo do local, ainda molhado, terminasse em pura lama. O problema poderia ter sido evitado com a mesma solução utilizada para shows em estádios. Fora isto, considero que a produção fez um grande trabalho, principalmente no que diz respeito à montagem.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-520" title="Hibria abertura Metallica" src="http://www.rockbox.com.br/wp-content/uploads/2010/01/hibria_2010_noticia_120.jpg" alt="" width="462" height="307" /></p>
<p>Mais espera. Mais ansiedade. Às 21h30min o Metallica ainda não estava no palco. A expectativa estendeu-se por 15 minutos, até que a introdução do show, “Ecstasy Of Gold”, do filme western “The Good, The Bad and the Ugly”, começa a rodar nos telões. Lars Ulrich (bateria), Robert Trujillo (baixo), James Hetfield (guitarras/vocais) e Kirk Hammet (guitarras) surgem para os mais de 25 mil fãs, executando Creeping Death, For Whom The Bells Tolls e Ride The Lightning em sequência. Uma porrada sonora logo de cara, trazendo o que há de melhor no segundo álbum da banda.</p>
<p>Antes de iniciar a inesperada Memory Remains, James Hetfield efetua uma troca de guitarra – primeira de muitas – e comete uma gafe ao citar a vinda do Metallica à capital gaúcha como a primeira, esquecendo-se do show realizado em 1999 no Jockey Club. Memory Remains termina de maneira repentina, quando James introduz Fade to Black ao violão, de um nível mais alto do palco, atrás da bateria. James varia entre violão (em um pedestal) e guitarra, fazendo, em conjunto com a banda, uma execução fiel à de estúdio. “Do you feel it, Porto Alegre?”, pergunta o vocalista.<br />
Os músicos deixam o palco rapidamente. Ouve-se o som de batimentos cardíacos. Em seguida inicia-se um momento “Death Magnetic”, no qual o Metallica toca em sequência três músicas do novo álbum: That Was Just Your Life, The End of The Line e o single The Day That Never Comes, ainda não  executado na tour sul-americana.Ótimas composições que teriam funcionado melhor ao vivo se lançadas há dez anos. Foi possível identificar uma diminuição significativa nos gritos e aplausos do público durante estes quase vinte minutos.</p>
<p>Se os fãs queriam clássicos, o Metallica migrou imediatamente para esta área com Sad But True, em uma performance impecável.”If you want HEAVY, Metallica gives you HEAVY”, grita James. Em seguida o vocalista pergunta à plateia sobre o novo álbum “Death Magnetic”. Ao questionar quem possuía e quem gostava, só obteve respostas positivas – não se podia esperar algo diferente…Tratando-se da banda que processou o Napster, seria difícil alguém admitir o download do material em frente ao palco.A banda introduz Cyanide, que fica ótima ao vivo, ainda mais com os telões mostrando os fãs da primeira fila, cantando e gesticulando na grade, durante toda a execução.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-519" title="Metallica" src="http://www.rockbox.com.br/wp-content/uploads/2010/01/metallica-3.jpg" alt="" width="450" height="304" /></p>
<p>Palco vazio novamente. Começam os fogos. Desde fogos de artifício até verdadeiras labaredas que chegam a esquentar (literalmente) o público mais próximo ao palco. Efeitos impactantes, tais como a sonoridade do Metallica. Após um pequeno show pirotécnico, James Hetfield aparece ao alto, novamente, introduzindo One, com imagens em preto e branco nos telões.Master Of Puppets, um dos momentos mais aguardados, foi uma das mais cantadas pelo público – Momento pouco comum a esta altura, pois da metade para o final os fãs já não pareciam tão animados.A reação do público foi o fator curioso desta noite: Não foi uma reação ruim, mas muito aquém do esperado, quando trata-se de uma das maiores bandas do mundo.</p>
<p>É difícil falar da qualidade do som em um lugar tão grande, mas nas proximidades do palco o áudio estava bom.</p>
<p>Após a introdução o Metallica volta ao peso com Battery, durante a qual James Hetfield deixa um pouco a desejar quanto aos vocais, mas sem causar prejuízos ao show.As labaredas ficam mais frequentes daí em diante.<br />
James apresenta seu “amigo Kirk Hammet”, que toca uma Gibson Les Paul em um belo dedilhado que viria a anunciar Nothing Else Matters, outro ponto alto!Fechando as 15 músicas do set “normal”, a infalível Enter Sandman, sucesso absoluto do Black Album, figura no set list, deixando os fãs quase inteiramente satisfeitos.<br />
Mas esperava-se mais do Metallica, apesar de Lars provocar, dizendo “no more, go home, go home”.Os shows desta turnê têm tido 18 músicas, sendo as últimas três um “encore” (ou “bis”), composto por uma cover e duas do primeiro álbum, “Kill’Em All”.Em Porto Alegre não foi diferente: O Metallica retornou ao palco com “Die, Die my Darling”, cover dos Misfits, e emendou Phantom Lord. James insistiu em falar sobre a “primeira vez em Porto Alegre”. Kirk Hammet percebeu o erro e sinalizou um número dois com a mão.James ainda arriscou um português, perguntando: “Estão prontos? Estão comigo?”.O final foi previsível, mas não menos divertido por esse motivo. Seek and Destroy tem sido a última música em todos os shows.James Hetfield pediu “house lights on” para este momento, para enxergar os fãs.Um set list que agradou aos “true fans” da banda, com os clássicos que levaram o Metallica ao topo.</p>
<p>Após o show, a banda se mantém no palco, se despedindo, jogando objetos para a platéia, fazendo piadas e mostrando ter satisfação com o que faz. Aproveitando o aniversário daquele que foi apresentado por James como “the Metallica’s president”, a banda e a equipe atiraram tortas no indivíduo e cantam parabéns com o público. O momento de descontração se estendeu.Todos os músicos falaram ao microfone, mesmo que brevemente, como Kirk e Rob, que resmungaram alguns pares de palavras. Lars foi mais sério e disse que espera que o Metallica não tenha mais de esperar onze anos para retornar a Porto Alegre.<br />
Nós concordamos.</p>
<p><strong>Set List Hibria:</strong></p>
<p>Tiger Punch<br />
Sea of Revenge<br />
Reborn From the Ashes<br />
Living Under Ice<br />
The Anger Inside<br />
Devoted to your Fear<br />
Steel Lord On Wheels</p>
<p><strong>Set List Metallica:</strong><br />
Creeping Death<br />
For Whom The Bells Tolls<br />
Ride The Lightning<br />
The Memory Remains<br />
Fade to Black<br />
That Was Just Your Life<br />
The End of The Line<br />
The Day That Never Comes<br />
Sad But True<br />
Cyanide<br />
One<br />
Master Of Puppets<br />
Battery<br />
Nothing Else Matters<br />
Enter Sandman</p>
<p>Encore:<br />
Die, Die My Darling (Misfits cover)<br />
Phantom Lord<br />
Seek and Destroy</p>
<p>Por: Murilo Bittencourt</p>
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